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Supla: crônicas do charada brasileiro

Supla: crônicas do charada brasileiro

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Sinopse

Prestes a completar meio século de vida, Supla lança um livro comemorativo pela Edições Ideal. Supla: crônicas do Charada Brasileiro realiza um mergulho pela longa trajetória do artista, através de músicas e textos escritos pelo músico. Com prefácios assinados pela ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy e pelo ex-senador Eduardo Suplicy, a obra traz na capa um retrato clicado pelo lendário fotógrafo norte-americano Bob Gruen, que ficou famoso pelo icônico registro de John Lennon com a camiseta "New York City".
"São textos sobre minha vida", declarou em entrevista à Folha de São Paulo. Escritos com bom humor e o estilo peculiar, os textos são como conversas em mesas de bar, causos contados por aquele que viveu essas peripécias, num tom despojado e original. Algumas histórias que estão no livro e merecem destaque: o breve relacionamento com a cantora Nina Hagen, a confusão que rendeu um tiro no pé em Nova York, a chuva de cusparadas que tomou quando abriu um show do Ramones no Brasil, a recente experiência de dividir o palco com um Sex Pistol no Rock in Rio, os encontros matinais com Iggy Pop tomando café e lendo jornal na Tompkins Square ou ainda a inesquecível sensação de tocar no lendário estúdio da BBC em Londres.
Mas o conteúdo não se limita à carreira artística: a escavação começa bem antes, com registros da infância, da família quatrocentona, da paixão pelos esportes e muito mais. As histórias retratam o dia a dia da família nos EUA, durante os anos 60 e 70, período no qual os pais do futuro cantor dedicaram-se aos estudos em universidades americanas. Registros do jovem Supla surfando em Porto Rico ou disputando o torneio de boxe Forja de Campeões também merecem menção.
Figura midiática das mais fortes, Supla tem muitas histórias pra contar. Do começo da carreira com o Tokyo (e o sucesso com "Humanos" e "Garota de Berlim") até a atual fase ao lado do irmão no Brothers of Brazil, passando pela época que morou em Nova York e circulou pelo circuito underground local, a vivência no punk rock (com a banda Psycho 69), os diversos discos solo, as aparições na TV e no cinema, enfim, registros e memórias acumulados ao longo de 30 anos de carreira e 50 de vida.